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terça-feira, 5 de março de 2013

Ela, o silencio e o mar.

Então ficou sentada na companhia do silencio e da praia vazia,
nada mais havia para separá-las...

 Ela, o silêncio e o mar nas suas arengas sobre o que seria amar:
Dificuldade no apego, limites de entrega, alguma distância, tempo escasso, grande respeito, zero de cobranças, não gostava de expectativas, só repetia: Que as ondas do amor venham do jeito que vier...

E as ondas cantaram suas canções de marés agitadas,
E foi aí que o coração dela dançou, porque se permitir é dançar conforme a música que tocar:

 Solfeja o tom, Meu bem.

(A.Gouveia)

Um comentário:

  1. Que lindo o que escreveu, cheio de magia, inspiração. Adorei menino !

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