nada
mais havia para separá-las...
Ela, o silêncio e o mar nas suas arengas sobre
o que seria amar:
Dificuldade
no apego, limites de entrega, alguma distância, tempo escasso, grande respeito,
zero de cobranças, não
gostava de expectativas, só repetia: Que as ondas do amor venham do jeito que
vier...
E as
ondas cantaram suas canções de marés agitadas,
E foi
aí que o coração dela dançou, porque se permitir é dançar conforme a música que
tocar:
Solfeja o tom, Meu bem.
(A.Gouveia)
(A.Gouveia)
Que lindo o que escreveu, cheio de magia, inspiração. Adorei menino !
ResponderExcluir