Tem chovido bastante
de dar gosto, diferente das tardes de céu clarinho por aí.
Como vão as coisas? Tem sido um aprendizado a cada dia, uma surpresa, um jeito de suportar de cabeça erguida as realidades quase incompreensíveis que carrego.
Lembrei hoje, ao entardecer, do dia em que você disse que seu coração estava bem, e que foi aí que percebi que eu ainda ia me doer muito, até eu me reencontrar... tem doído sim, de verdade.
E o engraçado é que a gente sempre acha que não vai suportar, mas aí derrama algumas lágrimas em silêncio e logo depois, reaprende a sorrir.
O que me alivia é que vem chegando o inverno. O outono deste ano foi bem diferente, você não acha? Um tanto quente, um bocado chuvoso, uma agonia, uma ansiedade, um desespero vez em quando. Dizem que tem uma Sibipiruna com folhas pequenas de cor amarelo-esverdeado toda bonita em uma praça daí, mas ainda não fui lá ver. Não sei o que tenho feito com o meu tempo...
Às vezes acho que não tenho gasto ele bem. Não tenho saído para observar as pessoas, nem conhecido novos lugares, ou ouvido a orquestra tocar no teatro do parque...
Tenho tocado pouco, pintado pouco, sorrido pouco, escrito pouco, fotografado menos ainda.
As únicas coisas que tenho feito em excesso, são sentir e ler. Alterno uns dois livros por semana.
Parei um pouco com o Carpinejar e Clarisse (embora sempre me depare com frases dos dois que contam minha vida nos mínimos detalhes), e tenho experimentado novos blogs escritos com outros sentimentos e acredite: tenho me surpreendido bastante.
Talvez seja isso sabe? A vida tem me surpreendido bastante.
E o que posso dizer é que esses dias tenho sido só saudade.
Dos amigos, dos sorrisos, das tardes de sábado, das conversas e de você.
Porque estar só pesa às vezes e as nossas escolhas, fazem com que a gente precise viver vez em quando, no mais longo silêncio...
E apesar de tudo, eu não sinto rancor.
Sinto outra coisa, e prometo te dizer em outra conversa.
Como vão as coisas? Tem sido um aprendizado a cada dia, uma surpresa, um jeito de suportar de cabeça erguida as realidades quase incompreensíveis que carrego.
Lembrei hoje, ao entardecer, do dia em que você disse que seu coração estava bem, e que foi aí que percebi que eu ainda ia me doer muito, até eu me reencontrar... tem doído sim, de verdade.
E o engraçado é que a gente sempre acha que não vai suportar, mas aí derrama algumas lágrimas em silêncio e logo depois, reaprende a sorrir.
O que me alivia é que vem chegando o inverno. O outono deste ano foi bem diferente, você não acha? Um tanto quente, um bocado chuvoso, uma agonia, uma ansiedade, um desespero vez em quando. Dizem que tem uma Sibipiruna com folhas pequenas de cor amarelo-esverdeado toda bonita em uma praça daí, mas ainda não fui lá ver. Não sei o que tenho feito com o meu tempo...
Às vezes acho que não tenho gasto ele bem. Não tenho saído para observar as pessoas, nem conhecido novos lugares, ou ouvido a orquestra tocar no teatro do parque...
Tenho tocado pouco, pintado pouco, sorrido pouco, escrito pouco, fotografado menos ainda.
As únicas coisas que tenho feito em excesso, são sentir e ler. Alterno uns dois livros por semana.
Parei um pouco com o Carpinejar e Clarisse (embora sempre me depare com frases dos dois que contam minha vida nos mínimos detalhes), e tenho experimentado novos blogs escritos com outros sentimentos e acredite: tenho me surpreendido bastante.
Talvez seja isso sabe? A vida tem me surpreendido bastante.
E o que posso dizer é que esses dias tenho sido só saudade.
Dos amigos, dos sorrisos, das tardes de sábado, das conversas e de você.
Porque estar só pesa às vezes e as nossas escolhas, fazem com que a gente precise viver vez em quando, no mais longo silêncio...
E apesar de tudo, eu não sinto rancor.
Sinto outra coisa, e prometo te dizer em outra conversa.
Mas confesso
que de antemão queria te dar outro abraço e um beijo na testa.
Ah, eu tenho seguido em frente e observado crescer um grande amor por mim mesmo, aquele que você sempre disse que queria ver crescer, lembra?
Eu tô seguindo teus conselhos, eu tô sossegado hoje e desejo que essa calmaria chegue aí, num sopro de vento, abrindo a tua janela.
Cuide-se sempre.
Que em breve a gente se vê e te faço sorrir.
Ah, eu tenho seguido em frente e observado crescer um grande amor por mim mesmo, aquele que você sempre disse que queria ver crescer, lembra?
Eu tô seguindo teus conselhos, eu tô sossegado hoje e desejo que essa calmaria chegue aí, num sopro de vento, abrindo a tua janela.
Cuide-se sempre.
Que em breve a gente se vê e te faço sorrir.
Com carinho,
(A.Gouveia)
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