Escreveu uma mensagem numa folha do
bloquinho de anotações, e guardou em um envelope pintado a lápis de cera. Havia
um destino, mas que extraviou sem que ninguém soubesse, em uma dessas manhãs de
fé e sol forte, céu claro e alegria no peito. “Acorda, não há mais tempo de se entregar a sorte”.
Com olhos
apertadinhos, sorriu. A vida é mesmo extraordinária.
E a luz do sol iluminou-lhe a alma, a mágoa e a esperança inteira.
E a luz do sol iluminou-lhe a alma, a mágoa e a esperança inteira.
(A.Gouveia)
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